Mesmo sem prova “oficial”, evento de Voo Livre é sucesso em Pomerode
O tempo não ajudou muito, mas pessoas de todo o Brasil puderam ter um “gostinho” das belezas e da receptividade da nossa cidade, durante o fim de semana. Isso porque, entre os dias 12 e 14 de outubro, Pomerode foi sede da 3ª edição do Saia Para Voar.
O tempo não ajudou muito, mas pessoas de todo o Brasil puderam ter um “gostinho” das belezas e da receptividade da nossa cidade, durante o fim de semana. Isso porque, entre os dias 12 e 14 de outubro, Pomerode foi sede da 3ª edição do Saia Para Voar, considerado o maior encontro feminino de Voo Livre do mundo. Em virtude das condições climáticas adversas, cerca de 25 pilotos estiveram presentes, o que não tirou o brilho e a alegria do evento, que teve o apoio da Prefeitura Municipal de Pomerode e do Clube Pomerano de Parapente (CPP).
Algumas pilotos, que chegaram antes à nossa cidade, chegaram a voar, na quinta-feira, dia 11, e puderam desfrutar do belíssimo visual do Vale do Itajaí. No entanto, nos dias subsequentes, mesmo com o grupo subindo a cume do Morro Azul, não houve voos. Mas nada que tirasse a alegria e a satisfação dos presentes. “Esse é o verdadeiro espírito do Saia para Voar, um evento que nasceu para a confraternização, afim de chamar e incentivar as mulheres, que são minoria no Voo Livre. Infelizmente, não foi possível realizar voos, isso faz parte do esporte, uma vez que dependemos das condições meteorológicas. Mas valeu pela festa e pela receptividade de Pomerode. Achamos a região muito linda e estamos todos encantados com a cidade. É um lugar que vai ficar no nosso coração e que voltaremos, outras vezes, para poder voar”, enfatiza Inahiá Castro, uma das organizadoras.
No sábado à tarde, na sede do CPP, houve a distribuição de medalhas aos participantes, sorteio de brindes dos patrocinadores e comercialização de produtos alusivos à marca. “O Saia Para Voar acabou virando uma marca e, através da venda dos produtos, revertemos os recursos para as nossas ações e cursos, que auxiliam no desenvolvimento das pilotos”, destaca Pri Saran, também organizadora.
A piloto de Minas Gerais, igualmente, enfatiza o real propósito do encontro, que é o de unir e apoiar o desenvolvimento feminino no esporte. “No início, era para ser um encontro e acabou virando um movimento e, atualmente, elas estão muito mais unidas, buscando o desenvolvimento e a inspiração de outras mulheres. As ‘meninas’, que vieram de vários estados do Brasil, já sabiam que poderia haver a possiblidade de não voar, mas, mesmo assim, estavam aqui, porque é sempre um aprendizado. E apesar de ser um encontro feminino, os homens nunca foram excluídos do nosso encontro, afinal, eles são os que mais nos apoiam”, finaliza. Ainda segundo Pri, o próximo Saia Para Voar poderá acontecer fora do Brasil, em 2019.