Corretora desaparece em SC e família suspeita de mensagens estranhas enviadas pelo WhatsApp
Mensagens com erros de português levantaram suspeitas da família, e movimentações financeiras também são investigadas
Foto: Reprodução
Uma corretora de imóveis de 47 anos está desaparecida em Florianópolis, no Litoral de Santa Catarina. A família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas registrou um boletim de ocorrência após receber mensagens suspeitas enviadas pelo celular dela.
De acordo com o irmão da corretora, Matheus Estivalet Freitas, a família procurou a polícia na segunda-feira, dia 9 de março, depois de estranhar mensagens enviadas pelo WhatsApp de Luciani. Nos textos, havia diversos erros de português, algo que, segundo ele, não é comum no modo de escrever da irmã.
Entre as palavras escritas de forma incorreta nas mensagens estavam “pesso”, “respentem”, “precionando” e “persiguindo”, o que levantou dúvidas sobre quem realmente estaria utilizando o celular da corretora.

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Sem conseguir contato com Luciani por um período, Matheus foi até o apartamento dela, no bairro Santinho, acompanhado de policiais. No local, encontraram comida estragada e louça suja na pia, o que aumentou a preocupação da família.
Apesar de o boletim de desaparecimento ter sido registrado nesta semana, Luciani foi vista pela última vez no dia 4 de março, na Praia dos Ingleses, no norte da Ilha de Santa Catarina.
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As investigações também apontaram movimentações suspeitas após o desaparecimento. O carro da corretora foi registrado por uma câmera de monitoramento de rodovia na cidade de São João Batista. Além disso, os cartões de crédito dela foram utilizados em compras on-line.
Segundo a família, também foi identificado um empréstimo de R$ 20 mil feito no nome de Luciani.
No domingo, dia 8 de março, novas mensagens foram enviadas ao irmão pelo celular da corretora. Em uma delas, o texto dizia: “Só estou saindo com um rapaz não posso atender agora”.

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A família segue em busca de informações que possam ajudar a localizar Luciani. O caso é investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina.
Informações sobre o paradeiro da corretora podem ser repassadas às autoridades policiais.