Novamente destaque no Punhobol
Quatro atletas pomerodenses foram pré-convocados para a Seleção Brasileira de Punhobol
Mais uma vez, o Punhobol do nosso município está em destaque. Quatro atletas que treinam com Egon Henrique Kersche foram pré-convocados para a Seleção Brasileira de Punhobol. Emanuelli Carolina, Larissa Krueger, Fernanda Winem e Victor Stefanelli estão representando novamente o nosso município em âmbito nacional. O Jornal de Pomerode conversou com os atletas convocados para saber um pouco sobre suas histórias e como se sentem com esta grande responsabilidade. “Tudo começou com a minha irmã, que me incentivou muito à treinar. Na época, eu praticava vôlei e acabei parando para me dedicar ao punhobol. Treino há dois anos e meio. Estou muito feliz com a pré-convocação, é o que buscamos quando treinamos. O objetivo está sendo alcançado, agora o foco é treinar forte para alcançar a meta. Quero agradecer aos meus pais, minha irmã, ao Egon, a Maristela e a todos os atletas que treinaram com a gente”, revela Emanuelli.
Larissa comenta que não acreditou quando soube de sua convocação. “Quando eu vi que fui convocada, fiquei sem reação. Mas depois de um tempo a ficha caiu e fiquei muito feliz. Sei que meu esforço valeu a pena. Sempre gostei de esportes, mas quando conheci o Punhobol, me apaixonei. Meu motivo para gostar tanto desde esporte é a paixão”.
Fernanda, uma das atletas convocadas, revela que está muito feliz com a conquista, por ser uma das atletas mais novas. “Eu comecei a jogar depois do Mundial, que ocorreu em Pomerode. Minhas amigas começaram a participar, então entrei também. Comecei a treinar com a Maristela, e, mais tarde, passei a treinar à noite com o Egon. Treino há um ano e nove meses e estou muito feliz com a pré-convocação, afinal, sou uma das mais novas e não esperava por isso. Estou muito contente com o resultado”.
Victor, o único garoto convocado, revela que o resultado era esperado, já que treinou duro para conquistar este feito. “Comecei a treinar por conta do meu professor de escola, no ensino fundamental. Tinha parado de treinar e voltei por incentivo do meu atual treinador, Egon. Já treino há mais ou menos três anos. No ano passado, o Egon pediu para traçarmos metas, uma delas era chegar à Seleção. Graças a ele estou chegando e espero continuar. Estou feliz, já esperava, pois estava treinando bastante para isso. Que venha a Seleção”.
O atleta e também treinador da equipe de Punhobol de Pomerode, comenta um pouco sobre o trabalho realizado com o grupo. “O trabalho feito por nós, como os atletas falaram, tem como foco estas conquistas. Com a experiência que tenho, desde a Seleção, acabo tendo um olhar clínico. Sei avaliar quem tem chances e quem não tem. Todos traçam uma meta e tentam buscar. Eu busco incentivá-los e treiná-los. Temos que descobrir o limite de cada um, a capacidade mental além de física. A experiência que tive na Seleção me proporcionou isso. O jovem de hoje tem uma certa deficiência no acreditar em si. Traçamos objetivos para que eles tenham foco. Não garanto que você vai ser, mas iremos tentar. A Maristela me ajuda muito na parte da iniciação dos atletas, pelo fato de ela ser professora. Somos também um exemplo para estes atletas. Sou grato por trabalhar com uma pessoa que tenha tamanha responsabilidade e dedicação. Sem ela, seria muito mais difícil. Pomerode é um celeiro de atletas, basta saber incentivá-los. Nem todos serão atletas de Seleção, mas todos tem uma parcela importante nesta caminhada. É um trabalho em equipe. Pais, família, treinadores, cidade e mídia. Temos vários atletas de qualidade. Que bom que posso formar estes jovens. É gratificante. É muito bom poder colocar estes atletas na seleção brasileira”.
Egon também avalia a pré-convocação dos jovens do ponto de vista de treinador, e finaliza agradecendo a todos que mantém o esporte vivo em Pomerode. “Como treinador, eu me sinto feliz com a convocação. É algo importante, mas sabia o que eu tinha em mãos. É fruto colhido do que nós plantamos, é inevitável. Só tenho a agradecer a todos, a Funpeel, os patrocinadores. Se não fosse essa ajuda, não estaríamos aqui. Pomerode é a cidade do Punhobol. Estamos lutando para estar entre os melhores do mundo. É só ter calma que isso vai acontecer”.