Esporte

Uma viagem diferente

Pai e filho foram de bicicleta de Pomerode a São Francisco do Sul e contam como foi essa experiência

1 de junho de 2015

Viajar sempre é bom. Conhecer novos lugares, pessoas, são alguns ingredientes que cercam essa prática, além de descontrair e aproveitar momentos em família ou com os amigos. E se for diferente, melhor ainda. Foi isso que Arão Zeplin, de 59 anos e Jonathan Zeplin, de 32 anos, respectivamente pai e filho, fizeram no começo do mês. Ambos saíram de Pomerode, de Testo Rega, com direção ao município de São Francisco do Sul, na praia do Ervino, de bicicleta. O detalhe disto tudo é que os pomerodenses percorreram cerca de 200 quilômetros (ida e volta) com bicicletas comuns.

A dupla, que usa como transporte a bicicleta para seus respectivos trabalhos cotidianamente, partiu do município no dia 1º de maio e retornou no dia 3. “Meu sonho sempre foi viajar para São Francisco do Sul de bicicleta. É uma situação diferente.

Me senti muito bem, dá uma sensação de liberdade. Podemos aproveitar muito mais e conhecer os locais que passamos viajando desta forma. Pretendo repetir essa experiência em um futuro próximo”, disse Arão Zeplin. Para Jonathan, que acompanhou seu pai nesta viagem, foi muito bom. “Depois de alguns problemas de saúde que meu pai passou recentemente, ele me disse que dei um presente por acompanhá-lo. Minha maior gratificação foi ver meu pai feliz. Enquanto pudermos proporcionar momentos felizes para a família, temos que fazer. Valeu a experiência”, relata Jonathan.

Arão e Jonathan, que praticam cicloturismo em Pomerode, a fim de conhecer ainda mais o município em lugares mais retirados, intensificaram suas atividades com bicicleta para fortalecer o preparo físico. Levaram cerca de 4h30min para ir e 5h30min para voltar. “Fomos parando no trajeto de acordo com nossa necessidade. Depois de percorrer 60 quilômetros, fizemos nossa primeira parada para hidratação”, conta Jonathan, que destaca que umas curiosidades da viagem foi quando chegaram no pico da serra em Jaraguá do Sul. “Quando chegamos lá não tínhamos mais visão. Sorte que improvisei uma lanterna comum na frente da bicicleta e um sinalizador atrás para meu pai seguir”, finaliza Jonathan.

Notícias relacionadas