Polícia Militar reforça efetivo para garantir segurança nas eleições 2022, em Pomerode
Cidade irá mobilizar mais de 90% de seu efetivo e ainda contará com apoio de cadete no trabalho de acompanhamento das eleições
Foto: Raphael Carrasco/JP
A Polícia Militar de Pomerode terá um esquema especial de segurança para o primeiro turno das eleições 2022, que acontece no próximo domingo, dia 02 de outubro.
Para garantir a tranquilidade durante todo o processo, mais de 90% do efetivo estará nas ruas. Estarão de folga, apenas, os policiais que estiveram de serviço na noite anterior ao pleito. Além disso, um cadete, aluno do Curso de Formação de Oficiais, e o comandante do Pelotão de Pomerode também irão auxiliar no trabalho de acompanhamento das eleições.
Com isso, 23 policiais militares estarão à disposição da Justiça Eleitoral e da comunidade pomerodense.
“Via de regra não há mudança na atuação da Polícia Militar durante as eleições, seguiremos com o trabalho ostensivo nas ruas, além do acompanhamento da equipe que atua diretamente no processo eleitoral. No entanto, o Juiz Eleitoral pode solicitar auxílio policial em casos específicos, como descumprimento das regras de propaganda. Nossos policiais estarão nas ruas para garantir que todo o processo eleitoral aconteça da melhor maneira possível, de forma pacífica e ordeira”, comenta o comandante da PM de Pomerode, Tenente Peixoto.
Pomerode conta com 74 seções eleitorais, distribuídos em 12 locais de votação, somando 25.935 eleitores, conforme os dados do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina. A votação ocorrerá das 8h às 17h de forma unificada em todo o país, obedecendo o horário de Brasília.
Constitui crime no dia da eleição
– Uso de alto-falantes e amplificadores de som ou a promoção de comício ou carreata
– Propaganda boca de urna e arregimentação de eleitores
– Divulgação de qualquer espécie de propaganda (incluído o derrame ou anuência com derrame de material de propaganda no local de votação ou nas vias próximas, no dia da eleição ou na véspera)
– Violar ou tentar violar o sigilo do voto
– Corrupção eleitoral e compra de votos
– Promover desordem que prejudique os trabalhos eleitorais
– Coação eleitoral
– Impedir ou embaraçar o exercício do voto
Pena
As penas podem variar de acordo com o crime, chegando à detenção de seis meses a quatro anos. Em alguns casos, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período e multa no valor de R$ 5.320,50 a R$ 15.961,50.