Pomerodense sobe ao pódio em competição, no litoral catarinense
Duda Barth garantiu a medalha de bronze, na primeira etapa do Itapoá + Verão 2022
Foto: Divulgação
No último domingo, 13 de fevereiro, Pomerode esteve presente na 1ª etapa do Itapoá + Verão 2022, na modalidade de Vôlei de Praia Feminino, realizada em Itapoá, no Norte Catarinense. Participaram 24 duplas, nos naipes masculino e feminino.
A professora pomerodense Duda Barth, juntamente, com Tayná Gregório, de Curitiba, após um dia inteiro de disputas, terminou a competição numa honrosa terceira posição, após um período de dificuldade.
“Retornei às quadras de areia faz duas semanas, após uma lesão nos joelhos, decorrente dos treinamentos do arremesso de peso. Comecei a tratá-la no início de outubro e continuo com as sessões de fisioterapia, toda semana, além de muito trabalho na academia”, desataca Duda.
Por isso, para ela, a medalha de bronze deve ser muito comemorada. “Voltar e ver que ainda tenho condições de jogo, mesmo com medo e receio em alguns movimentos, é muito gratificante, o voleibol é meu esporte base, é meu esporte de formação”, enfatiza.
Na competição, realizada no sistema de eliminatória dupla, Duda e Tayná começaram vencendo a dupla de Jaraguá do Sul e de Mafra, mas foram derrotadas por Itapoá, o que fez com que fossem para a repescagem.

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“Este foi um jogo extremamente difícil, debaixo de um sol escaldante de meio dia. Jogando quatro jogos praticamente consecutivos, voltamos a vencer a dupla de Jaraguá e, logo após, a dupla de Guaratuba (PR). Menos de 10 minutos depois, voltamos à quadra e enfrentamos a forte e experiente dupla de Balneário Camboriú, a qual também derrotamos e garantimos vaga para a semifinal. Nela, a dupla de Curitiba (PR), nos venceu, num jogo bem acirrado, com direito a cãibra e muito cansaço. Então, fomos para a disputa do terceiro lugar, contra a dupla de Paranaguá (PR), na qual, conquistamos a vitória e nossa medalha de bronze”, relata Duda.
Para ela, foi uma grande satisfação poder retornar às quadras e vencer todas as dificuldades impostas, ao longo da competição. “Meus treinamentos e toda minha recuperação está voltada para o atletismo, mas o vôlei, hoje, é minha zona de escape, minha terapia. Portanto fico muito feliz com o resultado obtido”, finaliza.
